3 comportamentos típicos de pais superprotetores

Se sentir protegido é uma necessidade básica dos filhos. A proteção dos pais influencia os filhos a se sentirem confiantes e seguros. Porém, em exagero provoca exatamente o oposto!

A proteção é o respeito pelas necessidades dos filhos, mas a superproteção é necessidade emocional dos pais se sobrepondo a saúde mental dos filhos. É claro que os pais não fazem isso de forma proposital, muitos nem se dão conta de seus exageros. Veja aqui, 3 comportamentos típicos de pais que agem dessa forma.

Tudo é muito perigoso!

Esses pais pensam que o mundo é muito perigoso, que o filho é uma criatura inocente e frágil vivendo num mundo perverso. Não importa se o filho tem 2 anos ou 18, sempre estão preocupados e atentos com tudo de ruim que pode acontecer.

Podem ter fantasias de perigos possíveis, imaginando que seu filho será sequestrado ou morto ao sair de casa. É claro que riscos são reais e que acidentes acontecem, mas imaginar sempre o pior, em todas as situações, é preocupante.

Não dão brinquedos que consideram perigosos como skate ou, até mesmo, bicicleta. Preferem que o filho fique brincando dentro de casa, assistindo TV ou jogando Videogame. O filho se torna a típica “criança de apartamento”, que nunca anda descalça ou nunca subiu em uma árvore.

Esses pais infantilizam seus filhos

Conforme as crianças crescem, vão gradativamente ganhando autonomia para realizar algumas atividades. Junto com a autonomia, as responsabilidades também vão aumentando. Os pais superpotetores não deixam isso acontecer.

Eles falam com o filho como se ele fosse um bebê e esperam que se comporte dessa forma. Assim, qualquer tentava de conquistar autonomia é percebida como rebeldia ou má-criação.

Não deixam que o filho realize algumas tarefas básicas sozinho, como servir-se no jantar, limpar o próprio quarto ou lavar a louça. Por isso, a criança pode se tornar mimada e pensar que é o chefe da família.

Medo constante de que algo ruim aconteça com o filho

Impedem que seus façam atividades que outras crianças da sua idade geralmente podem fazer, como viagens da escola ou ficar sozinho na casa de um colega. Se os pais percebem que algum amigo do filho e influencia a fazer qualquer coisa que consideram perigosa, fazem o possível para afastar essa amizade. Isso também acontece que com os parentes que apontam os exageros dos pais.

Quando o filho sente medo de fazer algo “perigoso”, como subir em um lugar alto, os pais se sentem orgulhosos e satisfeitos, invés de estimular o filho a superar seus medos. Com isso, o filho introjeta os medos dos pais e tem dificuldades para lidar com os desafios da vida. Pode demorar muito para constituir um relacionamento sério ou viver sozinho.